domingo, 19 de setembro de 2010

capa do livro , cada uma fez a sua!
o macaco caco também e todo em origami , essa é a outra conclusão de pratica de contação de histórias
esse e o livro do macaco caco, ele quer experimentar outros lugares pra morar , pois esta cansado de sua velha arvore, mas depois de passear por tantos lugares ele descobre que o melhor lugar pra morar e sua velha e grande arvore!
o grupo reunido..
Aplicação das técnicas apresentadas no curso pela professora Monika

curso de pratica de contação de história e origami

conclusão do curso, as alunas criaram uma historia e apresentaram em forma de fantoches de vara , todos em origami, foi muito lindo!parabens, pena que acabou , sentirei saudades!

sábado, 11 de setembro de 2010

dicas!

Conselhos valiosos para quem pretende ser um contador de histórias.

- Aprenda a ouvir histórias, em primeiro lugar.
- Prepare-se estudando, pesquisando, ensaiando.
- Procure conhecer melhor as crianças, como funciona sua imaginação.
- Não tenha a pretensão de ensinar ou formar a criança. Apenas conte uma história.
- Pesquise e monte seu repertório. Com o tempo suas histórias ficarão mais fáceis de contar. E ganharão vida, porque você estará acreditando nelas.
- Todos os recursos são válidos para chamar a atenção: cantar, dançar, usar sotaque, imitar.
- É sempre bom usar objetos que estimulem a imaginação: um lenço enrolado num cabo de guarda-chuva pode ser uma linda rainha vestindo sua capa.
- Procure desenvolver sua sensibilidade. Se você acreditar que o lenço é a capa da rainha, a criança vai gostar mais do seu jeito de contar.
- Porém, procure sempre conhecer o universo das crianças para as quais você vai contar a história. O sucesso ou fracasso dos recursos que você vai usar depende disso. O lenço enrolado no cabo de guarda-chuva pode não significar nada para elas.
- Descubra a pontuação da história: os momentos de respirar, de se surpreender. Assim, a história ficará viva em você. E você se surpreenderá naquele momento, junto com quem está ouvindo, mesmo que tenha contado a mesma história mais de 100 vezes.
- Antes de começar a história, organize um espaço sem muitos objetos, elementos e movimentos que desviem a atenção de quem está ouvindo.
- No caso específico de hospitais, procure integrar à sua história os elementos que não podem ser eliminados (medicamentos, enfermeiros, camas).
- Faça reuniões com os demais contadores. Contem histórias uns para os outros.
- Acredite no que está fazendo.
E principalmente: Pra ser um bom contador você tem que ser um bom leitor.

Ministrantes: Danielson Barreto, Fátima Beatriz e Givaneide Santos (Integrantes do Grupo Hannah, Contadores de Historias)

Muito prazer, sou professora!: Jogos/sucatas II

Muito prazer, sou professora!: Jogos/sucatas II

Fiquei muito feliz, pois tive no meu curso um grande numero de futuros professores, comprometidos  com a educação ,buscando enriquecer seu curriculo, parabens pra voces!

aluna apresentando seu trabalho pronto, tabelueiro de imagem , pra confecçao de historias com ajuda de imagens , um jogo facil e super divertido que enriquece o trabalho do professor

jogo confeccionado pelas alunas, de silabas pra formaçao de palavras , feito com material reciclavel

turma de letramento e alfabetizaçao , meus alunos maravilhosos, sucesso !

aula de letramento e alfabetizaçao , na apresentaçao aluna Bianca e Kelly

capacitaçao na faculdade

alguns trabalhos  de aulas ministradas por mim na Faculdade Moacir Bastos em Campo Grande, no curso de Prática de contaçao de historias e origami

quarta-feira, 28 de abril de 2010


Esse livro e uma ótima idéia para se trabalhar o dia das mães ,pois a partir dessa historia ,pode-se abrir uma roda de conversa sobre cada mãe  e  montar a atividade para esse dia que tantas mães adoram.

poesia

o livro
Um livro
é uma beleza,
é caixa mágica
só de surpresa.

Um livro
parece mudo,
Mas nele a gente
descobre tudo.

Um livro
tem asas
longas e leves
que, de repente,
levam a gente
longe, longe

Um livro
é parque de diversões
cheio de sonhos coloridos,
cheio de doces sortidos,
cheio de luzes e balões.

Um livro é uma floresta
com folhas e flores
e bichos e cores.
É mesmo uma festa,
um baú de feiticeiro,
um navio pirata do mar,
um foguete perdido no ar,
É amigo e companheiro.


Elias José

terça-feira, 27 de abril de 2010

Literatura Infantil

Literatura Infantil







Afinal, o que é Literatura Infantil? - A designação infantil faz com que esta modalidade literária seja considerada "menor" por alguns, infelizmente.






Principalmente os educadores vivenciam de perto a evolução do maravilhoso ser que é a criança. O contato com textos recheados de encantamento faz-nos perceber quão importante e cheia de responsabilidade é toda forma de literatura.






A palavra literatura é intransitiva e, independente do adjetivo que receba, é arte e deleite. Sendo assim, o termo infantil associado à literatura não significa que ela tenha sido feita necessariamente para crianças. Na verdade, a literatura infantil acaba sendo aquela que corresponde, de alguma forma, aos anseios do leitor e que se identifique com ele.






A autêntica literatura infantil não deve ser feita essencialmente com intenção pedagógica, didática ou para incentivar hábito de leitura. Este tipo de texto deve ser produzido pela criança que há em cada um de nós. Assim o poder de cativar esse público tão exigente e importante aparece.O grande segredo é trabalhar o imaginário e a fantasia. E como foi que tudo começou?






Origens da Literatura Infantil - O impulso de contar histórias deve ter nascido no homem, no momento em que ele sentiu necessidade de comunicar aos outros alguma experiência sua, que poderia ter significação para todos. Não há povo que não se orgulhe de suas histórias, tradições e lendas, pois são a expressão de sua cultura e devem ser preservadas. Concentra-se aqui a íntima relação entre a literatura e a oralidade.






A célula máter da Literatura Infantil, hoje conhecida como "clássica", encontra-se na Novelística Popular Medieval que tem suas origens na Índia. Descobriu-se que, desde essa época, a palavra impôs-se ao homem como algo mágico, como um poder misterioso, que tanto poderia proteger, como ameaçar, construir ou destruir. São também de caráter mágico ou fantasioso as narrativas conhecidas hoje como literatura primordial. Nela foi descoberto o fundo fabuloso das narrativas orientais, que se forjaram durante séculos a.C., e se difundiram por todo o mundo, através da tradição oral.






A Literatura Infantil constitui-se como gênero durante o século XVII, época em que as mudanças na estrutura da sociedade desencadearam repercussões no âmbito artístico. O aparecimento da Literatura Infantil tem características próprias, pois decorre da ascensão da família burguesa, do novo "status" concedido à infância na sociedade e da reorganização da escola. Sua emergência deveu-se, antes de tudo, à sua associação com a Pedagogia, já que as histórias eram elaboradas para se converterem em instrumento dela.






É a partir do século XVIII que a criança passa a ser considerada um ser diferente do adulto, com necessidades e características próprias, pelo que deveria distanciar-se da vida dos mais velhos e receber uma educação especial, que a preparasse para a vida adulta.






A importância do Maravilhoso na Literatura Infantil - Em seus primórdios, a Literatura foi essencialmente fantástica. Nessa época era inacessível à humanidade o conhecimento científico dos fenômenos da vida natural ou humana, assim sendo o pensamento mágico dominava em lugar da lógica que conhecemos. A essa fase mágica, e já revelando preocupação crítica às relações humanas ao nível do social, correspondem as fábulas. Compreende-se, pois, porque essa literatura arcaica acabou se transformando em Literatura Infantil: a natureza mágica de sua matéria atrai espontaneamente as crianças.






A literatura fantasista foi a forma privilegiada da Literatura Infantil, desde seus primórdios (sec. VII), até a entrada do Romantismo, quando o maravilhoso dos contos populares é definitivamente incorporado ao seu acervo (pelo trabalho dos Irmãos Grimm, na Alemanha; de Hans Christian Andersen, na Dinamarca; Garret e Herculano em Portugal; etc.)






Considera-se como Maravilhoso todas as situações que ocorrem fora do nosso entendimento da dicotomia espaço/tempo ou realizada em local vago ou indeterminado na terra. Tais fenômenos não obedecem às leis naturais que regem o planeta. O Maravilhoso sempre foi e continua sendo um dos elementos mais importantes na literatura destinada às crianças. Através do prazer ou das emoções que as estórias lhes proporcionam, o simbolismo que está implícito nas tramas e personagens vai agir em seu inconsciente, atuando pouco a pouco para ajudar a resolver os conflitos interiores normais nessa fase da vida.






A Psicanálise afirma que os significados simbólicos dos contos maravilhosos estão ligados aos eternos dilemas que o homem enfrenta ao longo de seu amadurecimento emocional. É durante essa fase que surge a necessidade da criança em defender sua vontade e sua independência em relação ao poder dos pais ou à rivalidade com os irmãos ou amigos.






É nesse sentido que a Literatura Infantil e, principalmente, os contos de fadas podem ser decisivos para a formação da criança em relação a si mesma e ao mundo à sua volta. O maniqueísmo que divide as personagens em boas e más, belas ou feias, poderosas ou fracas, etc. facilita à criança a compreensão de certos valores básicos da conduta humana ou convívio social. Tal dicotomia, se transmitida atravás de uma linguagem simbólica, e durante a infância, não será prejudicial à formação de sua consciência ética.. O que as crianças encontram nos contos de fadas são, na verdade, categorias de valor que são perenes. O que muda é apenas o conteúdo rotulado de bom ou mau, certo ou errado.






Lembra a Psicanálise, que a criaça é levada a se identificar com o herói bom e belo, não devido à sua bondade ou beleza, mas por sentir nele a própria personificação de seus problemas infantis: seu inconsciente desejo de bondade e beleza e, principalmente, sua necessidade de segurança e proteção. Pode assim superar o medo que a inibe e enfrentar os perigos e ameaças que sente à sua volta, podendo alcançar gradativamente o equilíbrio adulto.






A área do Maravilhoso, da fábula, dos mitos e das lendas tem linguagem metafórica que se comunica facilmente com o pensamento mágico, natural das crianças. Segundo a Psicanálise, os significados simbólicos dos contos maravilhosos estão ligados aos eternos dilemas que o homem enfrenta ao longo de seu amadurecimento emocional.






Fonte: Cristiane Madanêlo de Oliveira – A Literatura Infantil


http://www.graudez.com.br/litinf/origens.htm